Theology and Spiritual Care in Palliative Care

Main Article Content

Marcia Regina Chizini Chemin
https://orcid.org/0000-0002-2673-5107
Waldir Souza
https://orcid.org/0000-0002-4332-2822

Abstract

The recognition that spiritual aspects are involved in health and that sick people can benefit from spiritual care as part of their healthcare justifies this study. Furthermore, it is important to consider people who are enjoying longevity but are simultaneously facing chronic degenerative diseases and their consequences, and who also need to find meaning and significance in their suffering at this stage of life. Therefore, spiritual care as part of Palliative Care is necessary. For this assistance to constitute ethical, comprehensive, and pluralistic care, it must be based on spirituality and religiosity rather than being limited exclusively to voluntary or pastoral-religious practices. Otherwise, the risk of proselytizing arises, and amateurism can become harmful. Thus, it is crucial for practitioners to be adequately trained to act professionally as spiritual assistants. This qualitative, theoretically exploratory, and explanatorily deductive study aims to ascertain whether individuals with formal theological training are equipped to work in healthcare, particularly in palliative care. To support this hypothesis, the study drew on contributions from the literature, with an emphasis on Public Theology; the review was guided by critical reflection. The research results show that theological knowledge can contribute to helping patients and their families transcend, give meaning to, and reframe their suffering in the face of vulnerability, which is exacerbated by life-limiting illnesses and finitude. In conclusion, it is highly relevant and pertinent for theologians to serve as spiritual care professionals within multidisciplinary palliative care teams, and theological education must adequately prepare them for this specialized role.


 

Keywords:
Theology, public theology, theological knowledge, spirituality, religiosity, finitude, spiritual assistance, theologians, spiritual assistant, palliative care

Article Details

References

Albuquerque, F. C. (2012). Editorial: Teologia Pública. Perspect. Teol., 44(122), 7-10.

Anjos, M. F. (2011). Teologia como profissão: da confessionalidade à esfera pública. En A. M. L. Soares, & J. D. Passos (Eds.), Teologia pública: reflexões sobre uma área de conhecimento e sua cidadania acadêmica (pp. 122-133). Paulinas.

Bíblia de Jerusalém. (2011). Paulinas.

Birman, J. (2000). Insuficientes, um esforço a mais para sermos irmãos! En M. R. Kehl (Ed.), Função fraternal (pp. 171-208). Relume Dumará.

Bock, C. G. (2022). Reflexões sobre a diaconia à luz da mordomia cristã. Estud. Teol., 38(1), 85-91.

Bradford, K. L. (2023). The nature of religious and spiritual needs in palliative care patients, carers, and families and how they can be addressed from a specialist spiritual care perspective. Religions, 14(1), 125.

Brasil (2000). Lei n. 9.982, de 14 de julho de 2000. Dispõe sobre a prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas.

Buber, M. (2001). Eu e tu. Centauro.

Buttelli, F. G. K. (2012). Teologia e desenvolvimento: pensando em caminhos para a teologia pública no Brasil. In E. Jacobsen, R. Sinner, & R. Zwetsch Teologia pública: desafios éticos e teológicos (pp. 41-44). Sinodal/EST.

Carmo, J. C. (2006). O que é candomblé. Brasiliense.

Castelo-Branco, M., Brito, D., & Fernandes-Sousa, C. (2014). Necessidades espirituais da pessoa doente hospitalizada: revisão integrativa. Aquichan, 14(1), 100-108.

Cavalcante, R. (2011). Teologia para o Brasil hoje: ensaio sobre as bases para a construção de um ethos solidário de relação entre os campos eclesial e acadêmico a partir da espiritualidade cristã. In A. M. L Soares, & J. D. Passos (Eds.), Teologia pública: reflexões sobre uma área de conhecimento e sua cidadania acadêmica (pp. 248-263). Paulinas.

Clavel, J. M. (2007). Encontros de bioética: lidar com a vida, cuidar de pessoas. Loyola.

Cooper, R. S. (2018). The palliative care chaplain as story catcher. J Pain Symptom Manage, 55(1), 155-158.

Cord Neto, G. (2012). Sobre a relação entre a ética teológica e o sofrimento. En L. Pessini, & R. Zacharias (Eds.), Ser e fazer teologia moral: do pluralismo à pluralidade, da indiferença à compaixão (pp. 219-22). Santuário.

Domingos, M. D. F. N. (2010). Laicidade: o direito à liberdade. Horizonte, 8(19), 53-70.

Duque, J. M. (2015). Fraternidade originária: da violência mimética à responsabilidade pelo outro. Forma Breve, Caim e Abel: conto e recontos, 12, 71-78.

Esperandio, M. R. G. (2014). Teologia e a pesquisa sobre espiritualidade e saúde: um estudo piloto entre profissionais da saúde e pastoralistas. Horizonte, 12(35), 805-832.

Frankl, V. E. (2006). Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. Vozes.

Herdman, T. H. & Kamitsuru, S. (Org.). (2018). Diagnósticos de enfermagem da NANDA-I: definições e classificação 2018-2020. Artmed.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2012, 29 jun). Censo 2010: número de católicos cai e aumenta o de evangélicos, espíritas e sem religião. Agência IBGE Notícias.

Ipsos Global Advisor (2023, 11 may). Global religion 2023. Religious beliefs across the world: a 26-country global advisor survey.

Jacobs, G., Damen, A., Suransky, C. & Kate, L. Reconsidering humanist chaplaincy for a plural society: the implications for higher professional education. HSCC, 9(1), 80-96.

Jacobsen, E. (2011). Modelos de teologia pública. En R. Zwetsch, & R. Sinner (Eds.), Teologia pública em debate (pp. 53-70). Sinodal.

Junges, J. R. (2006). O que a teologia pública traz de novo. Cadernos IHU em formação, 2(8), 5-8.

Kübler-Ross, E. (2017). Sobre a morte e o morrer: o que os doentes terminais têm para ensinar a médicos, enfermeiras, relogiosos e aos seus próprios parentes. WWF Martins Fontes.

Kuzma, C. (2011). A teologia no universo científico e sua especificidade epistemológica. In A. M. L. Soares, & J. D. Passos (Eds.), Teologia pública: reflexões sobre uma área de conhecimento e sua cidadania acadêmica (pp. 231-247). Paulinas.

Lévinas, E. (1988). Totalidade e infinito. Ed. 70.

Lévinas, E. (1993). Dieu, la mort et le temps. Grasset.

MacLaren, D. (2021). All things to all people? The integrity of spiritual care in a plural health service. HSCC, 9(1), 27- 41.

Maçaneiro, M. (2014). Em nome de Deus, clemente e compassivo: semântica e teologia da basmallah muçulmana. Rev. Cult. Teol., XXII(84), 232-248.

Martin, L. (1996). O código brasileiro de ética médica e os direitos do doente na fase final da AIDS. En L. Pessini, & C.P. Barchifontaine (Eds.). Fundamentos da bioética (pp. 189-205). Paulus.

Metogo, E. M. (2012). Editorial bishops and theologians: tensions old and new part one: contexts magisterium and theology in Africa. In S. Ross & F. Wilfred, F. (Eds.), Concilium: theology and magisterium (pp. 7-16). Hymns Ancient & Modern.

Moraes, A. O. (2019). Entre mistério divino e humano: cinquenta anos de pesquisa teológica na PUC-RIO. Ateo, XXIII(61),149-179.

Pargament, K. I. (1997). The psychology of religion and coping: theory, research, and practice. Guilford Press.

Passos, J. D. (2011). Desafios de um empréstimo epistemológico: considerações sobre o Parecer 119/09. In A. M. L. Soares, & J. D. Passos (Eds.), Teologia pública: reflexões sobre uma área de conhecimento e sua cidadania acadêmica (pp. 52-69). Paulinas.

Pessini, L. (2013). Apresentação à edição brasileira. En F. Alvarez Teologia da saúde (pp. 9-11). Paulinas.

Pessini, L., & Bertachini, L. (2011). Espiritualidade e cuidados paliativos. En R. D. Moritz (Ed.). Conflitos bioéticos do viver e do morrer (pp. 25-40). CFM.

Puchalski, C., & Romer, A. L. (2000). Taking a spiritual history allows clinicians to understand patients more fully. J Palliat Med, 3(1), 129-137.

Puchalski, C. M., Dorff, R. E., & Hendi, I. Y. (2004). Spirituality, religion, and healing in palliative care. Clin Geriatr Med, 20(4), 689-714.

Puchalski, C. M., Vitillo, R., Hull, S. K., & Reller, N. (2014). Improving the spiritual dimension of whole person care: reaching national and international consensus. J Palliat Med, 17(6), 642-656.

Ribeiro, O. L. (2009). Teologia no divã. Pistis Prax., 1(1),199-218.

Ribeiro Jr., N. (2012). A teologia moral diante da dor do outro. En L. Pessini, & R. Zacharias (Eds.), Ser e fazer teologia moral: do pluralismo à pluralidade, da indiferença à compaixão (pp. 719-218). Santuário.

Salvador, S. F. T. & Esperandio, M. R. G. (2023). Espiritualidade/religiosidade e assistência espiritual em serviços de cuidados paliativos: dificuldades e potencialidades de integração. Estud. Relig., 37(1), 337-358.

Schlesinger, H., & Porto, H. (1995). Dicionário enciclopédico das religiões. Vozes.

Silveira Filho, F. M. (2012). Diálogos entre identidades e diversidade: um amálgama intenso e intransponível. In L. Pessini, & R. Zacharias (Eds.), Ser e fazer teologia moral: do pluralismo à pluralidade, da indiferença à compaixão (pp. 59-80). Santuário.

Sinner, R. (2011). Teologia pública: um olhar global. En R. Cavalcante, & R. Sinner (Eds.), Teologia pública em debate (pp.11-36). Sinodal.

Soares, A. M. L. & Passos, J. D. (2011). Teologia pública: reflexões sobre uma área de conhecimento e sua cidadania acadêmica. Paulinas.

Souza, W. (2016). Bioética e espiritualidade. En J. E. Siqueira, E. Zoboli, M. A. Sanches, & L. Pessini (eds.), Bioética clínica: memórias do XI Congresso Brasileiro de Bioética, III Congresso Brasileiro de Bioética Clínica e III Conferência Internacional sobre o Ensino da Ética. CFM/SBB.

Streck, V. S. (2012). HIV/AIDS e teologia pública. En E. Jacobsen, R. Sinner & R. Zwetsch (Eds.), Teologia pública: desafios éticos e teológicos (pp. 89-106). Sinodal/EST.

Teixeira, F. (2009). O budismo e o ‘silêncio sobre Deus’. Entrevista a Marcia Junges. IHU online, 308.

The Board of Chaplaincy Certification Inc. (2016). BCCI Certification. Common Qualifications and Competencies for Professional Chaplains.

Tracy, D. (2006). A imaginação analógica: a teologia cristã e a cultura do pluralismo. Unisinos.

Tracy, D. (2012). A teologia na esfera pública: três tipos de discurso público. Perspect. Teol., 44(122),29-51.

Vandenhoeck, A. (2013). Chaplains as specialists in spiritual care for patients in Europe. Pol Arch Med Wewn, 123(10),552-557.

Vidal, M. (1981). Moral de atitudes: ética da pessoa (V. II). Santuário.

Visser, A., Vähäkangas, A., Baig, N., & Thomsen, K. F. (2025). Chaplaincy in a pluralistic context. J Health Care Chaplain, 31(4), 239-245.

Westphal, E. R., & Fontana, V. (2012). Teologia pública e bioética. En E. Jacobsen, R. Sinner, & R. Zwetsch (Eds.), Teologia pública: desafios éticos e teológicos (pp. 69-88). Sinodal/EST.

World Health Organization. (2002). National cancer control programmes: Policies and managerial guidelines (2nd ed.). World Health Organization. https://apps.who.int/iris/handle/10665/42494

World Health Organization. (2018, February 19). Palliative care: Key facts. World Health Organization. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/palliative-care