Cambio en la dinámica interna y desplazamiento hacia el centro: un estudio de caso sobre el Partido de los Trabajadores en Porto Alegre
Barra lateral del artículo
Cómo citar
Detalles del artículo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Biografía del autor/a
MARCOS TODT, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS)
Doutorando e Mestre em Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Brasil, Escola de Humanidades
Membro do Centro Brasileiro de Pesquisas em Democracia (CBPD/PUCRS)
RAFAEL MACHADO MADEIRA , Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS)
Doutor em Ciência Política
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), Brasil
Escola de Humanidades Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Membro do Centro Brasileiro de Pesquisas em Democracia (CBPD/PUC-RS)
Contenido principal del artículo
Resumen
El presente trabajo parte de la hipótesis de que los cambios en la vida interna del Partido de los Trabajadores (PT), que causaron una reducción significativa en los espacios de debate y militancia política, están relacionados con el movimiento del partido hacia el centro en el espectro político brasileño. Para evaluar esta hipótesis, hemos construido tres perfiles de afiliados: Militantes, Afiliados con Praxis y Afiliados Puros; se sistematizaron previamente los posicionamientos considerados de izquierda en el debate del partido. Luego, se aplicaron 109 cuestionarios y se llevaron a cabo 21 entrevistas semiestructuradas con afiliados al PT en Porto Alegre. Se logró verificar que, de hecho, los miembros menos activos en la vida del partido también son los menos críticos de las decisiones de los líderes y tienden a identificarse menos con las posiciones de la izquierda petista.
Referencias
Almeida, R. de. (2019). Bolsonaro presidente: conservadorismo, evangelismo e a crise brasileira. Novos Estudos CEBRAP, 38(1), 185-213. https://doi.org/10.25091/s01013300201900010010
Amaral, O. M. E. do. (2010). As transformações na organização interna do Partido dos Trabalhadores entre 1995 e 2009 (Tese de Doutorado, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, Brasil).
Baiocchi, G. & Checa, S. (2007). The Brazilian Workers’ Party: From Local Practices to National Power. The Journal of Labor and Society, 10(4), pp. 411-430.
Borges, A. (2015). Nacionalização partidária e estratégias eleitorais no presidencialismo de coalizão. Dados [online]. Vol. 58, n.3, pp. 651-688.
César, B. T. (2002). PT: a contemporaneidade possível – base social e projeto político (1980-1991). Porto Alegre: Editora da Universidade.
Coelho, A. (2005). Uma esquerda para o capital: crise do marxismo e mudanças nos projetos políticos dos grupos dirigentes do PT (1979-1998) (Tese de Doutorado, Universidade Federal Fluminense, Niterói, Brasil).
De Souza Santos, B. (1998). Participatory Budgeting in Porto Alegre: toward a redistributive democracy. Politics & Society, 26(4).
Dias, M. (2007). Hegemonia e polarização: a reconfiguração de forças políticas no município de Porto Alegre (1988 a 2000). Civitas – Revista de Ciências Sociais, 2(1), 157-179.
Fausto, R. (2017). Caminhos da esquerda: elementos para uma reconstrução. São Paulo: Companhia das Letras.
Fernandes, F. (2006). PT: os dilemas da organização. Em A. Bogo (Org.), Teoria da Organização Política II (pp.). São Paulo: Expressão Popular.
Guimarães, J. R. (2007). A esperança crítica: treze ensaios sobre a crise e utopias da estrela imperfeita. Belo Horizonte: Scriptum Livros.
Gushiken, L. (1995). O PT, seus impasses e perspectivas. Em O Futuro do PT: Seminário Nacional da Articulação Unidade na Luta. [S.l.]: mimeo (p. 42).
Keck, M. E. (2010). PT - A lógica da diferença: o partido dos trabalhadores na construção da democracia brasileira. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais.
Lacerda, A. D. F. de. (2002). O PT e a unidade partidária como problema. Revista de Ciências Sociais, 45(1), pp. 39-76. Recuperado de http://www.scielo.br/pdf/dados/v45n1/a02v45n1.pdf
Madeira, R.; Tarouco, G. (2012). Como partidos significam e legitimam suas origens? Saliency Theory e análise dos textos partidários. In: Oitavo Encontro da Associação Brasileira de Ciência Política. Gramado-RS.
Madeira, R. Tarouco, G. Vieira, S. (2017). Agendas, preferências, competição: PT e PSDB em disputas presidenciais. Revista Caderno CRH. Vol. 30, n.8, pp.257-273. https://doi.org/10.1590/s0103-49792017000200004
Michels, R. (1982). Sociologia dos partidos políticos. Brasília: UNB.
Panebianco, A. (2005). Modelos de Partidos. Organização e poder nos partidos políticos. São Paulo: Martins Fontes.
Partido dos Trabalhadores. (2009). Nota oficial da Executiva do PT/RS.
Pont, R. (2002). A estrela necessária. Porto Alegre: Veraz.
Ribeiro, P. F. (2010). Dos sindicatos ao governo: a organização nacional do PT de 1980 a 2005. São Carlos: EdUFSCar.
Samuels, D. (2008). A evolução do petismo. Revista Opinião Pública, 14(2), pp. 302-318.
Secco, L. (2011). História do PT. Cotia: Ateliê Editorial.
Silva, A. O. (2009). Nem reforma nem revolução: a estrela é branca. Em V. A. de Angelo & M. A. Villa (Orgs.), O Partido dos Trabalhadores e a política brasileira (1980-2006): uma história revisitada (pp. 13-34). São Carlos: EdFSCar.
Silva, L. I. L. (1981). Discurso na 1ª Convenção Nacional do Partido dos Trabalhadores. Fundação Perseu Abramo, São Paulo. Recuperado de http://www.fpabramo.org.br/uploads/discursodelula1convecao.pdf.%20Acesso%20em%2010/01/2012
Silva, L. I. L. (2002). Carta ao povo brasileiro. Fundação Perseu Abramo, São Paulo. Recuperado de https://fpabramo.org.br/2006/05/10/carta-ao-povo-brasileiro-por-luiz-inacio-lula-da-silva/
Singer, A. (2010). A segunda alma do partido dos trabalhadores. Novos Estudos, 88, pp. 89-111.
Singer, A. (2012). Os sentidos do Lulismo: reforma gradual e pacto conservador. São Paulo: Companhia das Letras.
Singer, P. (2012, 23 de março). Roda Viva. São Paulo: TV Cultura. Programa de TV. 1h13min. Retirado de: https://www.youtube.com/watch?v=x4UGroAnq8I
Todt, M. (2018). Partido dos Trabalhadores: do poder das bases ao verticalismo. Lutas Sociais, 22(40), 175-184. Recuperado de https://revistas.pucsp.br/ls/article/view/46666/31127
Artículos similares
- Mónica Reinosa, El terrorismo internacional en el siglo XXI, de Porfirio Cardona Restrepo y Luis Guillermo Patiño Aristizábal (2023), Universidad Pontificia Bolivariana, 143 p. , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Mauricio A. Herrera Arboleda, Gobernanza multinivel y fragmentación normativa: hacia una movilidad inteligente e integrada en el Valle de Aburrá , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Edy Beatriz Jaramillo Rendón, Compromisos incumplidos. El gasto del Gobierno nutre la desconfianza de los colombianos, de Fernando Rojas (2025), Academia Colombiana de Ciencias Económicas, 360 p. , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- France Khutso Lavhelani Kgobe, Corrupción en Sudáfrica: un claro caso de ver no es creer en un gobierno encabezado por el Congreso Nacional Africano , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Jorge Andrés Rico Zapata, Sebastián Díaz Bolívar, Dany Steven Gómez Agudelo, Opinión pública y legitimidad: abordaje a la democracia colombiana , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Emma Turiño González, Mar Martínez Rosón, La ideología en tela de juicio. Actitudes de los legisladores latinoamericanos frente a la política sexual , Analecta Política: Vol. 14 Núm. 27 (2024): julio - diciembre
- Cristhian Rivera Paredes, Ensayo de modelización de la Decisión por Consenso Aparente en el contexto de organismos públicos , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Martha Lucía Gallego Betancourth, Martha Yaneth García Cuartas, Juan Diego García Vega, Ronald Julián Silva Tarazona, Wilder Velásquez Acevedo, Trabajo interinstitucional de la Policía Nacional con entidades de la administración municipal de Manizales como estrategia para la prevención del delito , Analecta Política: Vol. 15 Núm. 28 (2025): Enero-Junio
- Natalia Posada-Pérez, Elecciones: Colombia en las urnas en 2022 , Analecta Política: Vol. 14 Núm. 27 (2024): julio - diciembre
- Mónica Isaza-Tamayo, Community development and schools. Conflict, power y promise , Analecta Política: Vol. 14 Núm. 27 (2024): julio - diciembre
También puede Iniciar una búsqueda de similitud avanzada para este artículo.