Francisco y la sinodalidad
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Biografía del autor/a
Francisco de Aquino Júnior, Universidade Católica de Pernambuco
Licenciado em Filosofia pala Universidade Estadual do Ceará (UECE), bacharel e mestre em teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE), doutor em teologia pela Westfäliche Wilhelms-Universität Münster, Alemanha, pós-doutor em teologia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE); professor de teologia da Faculdade Católica de Fortaleza (FCF) e do Programa de Pós-Graduação em Teologia da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP); presbítero da Diocese de Limoeiro do Norte – CE.
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Resumen
El ministerio pastoral del Papa Francisco está marcado por la reanudación y la profundización del proceso de renovación conciliar de la Iglesia y su recepción creativa en América Latina. Se puede hablar de una "nueva fase" en el proceso de recepción conciliar, caracterizada por una doble conversión: conversión misionera ("Iglesia en salida a las periferias") y conversión sinodal ("caminar juntos del Pueblo de Dios”) o, para ser más precisos, por una conversión misionera-sinodal, en la que la misión es asumida por todos los cristianos ("caminar juntos" del Pueblo de Dios) y la sinodalidad es vivida en perspectiva y dinamismo misioneros ("caminar juntos" en la misión). Este artículo pretende explicitar la comprensión de Francisco sobre la sinodalidad o la Iglesia sinodal, tomando como referencia sus documentos, discursos, decretos y gestos. Comienza situando el tema en el contexto de la reanudación y profundización del proceso de renovación conciliar de la Iglesia. Explica sus fundamentos teológico-eclesiológicos. Aborda dos retos para la vivencia/realización de un proceso sinodal en la Iglesia: el dinamismo sinodal (estructura e imaginario eclesiales) y el dinamismo misionero descentramiento eclesial, salida hacia las periferias). Y concluye destacando la importancia y los riesgos del proceso sinodal en curso que culminará con las dos sesiones de la Asamblea del Sínodo de los Obispos en 2023 y 2024. La metodología utilizada es fundamentalmente análisis bibliográfico. Se recorren los escritos de Francisco, algunos de sus principales aportes y retos teológicos, pastorales y jurídico-institucionales para el proceso de renovación sinodal de la Iglesia.
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