Racionalidade estética do juízo político
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Biografia do Autor
Guillermo Alfonso Zapata Díaz, Pontificia Universidad Javeriana, Facultad de Filosofía, Bogotá, Colombia
Doctor en Filosofía Pontificia Universidad Gregoriana de Roma, 1994 (Italia). Maestría de Estudios Políticos Pontificia Universidad Javeriana, Bogotá, 2008. Cc. 70033134. Profesor Titular Pontificia Universidad Javeriana, Facultad de Filosofía, Bogotá, Colombia. Miembro del Círculo Latinoamericano de Fenomenología (CLAFEN). Grupo de Investigación De Interpretatione: Pontificia Universidad Javeriana.
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Resumo
Hannah Arendt assinala que a ação dos cidadãos dentro de uma democracia participativa consiste em julgar. O verdadeiro cidadão deve estar formado no juízo político. Cada cidadão exerce sua participação plena através do intercâmbio de argumentos que explicam suas ações. Esta faculdade de argumentar dinamiza sua participação política. No entanto, o juízo político não consiste em exercitar o pensamento a partir do plano meramente lógico-racional do entendimento. Pelo contrário, a política, ao estar delimitada pela ação e pela palavra, acode a outros registros da ação prática, tais como a estética e a história. Nesta reflexão iniciamos a passagem do estético ao político, precisando o que entendemos por juízo reflexivo e por juízo estético, os quais permitirão constituir a faculdade de julgar própria do político. Fazendo um percurso pela racionalidade estética que assinala a relevância do subjetivo passível de ser comunicado, a estética kantiana nos abre o caminho para o julgar político, também centralizado no diálogo intersubjetivo de interesses por negociar, tão próprios a um processo democrático. Conceitos como o gosto, o senso comum, a genialidade estética do gênio, bem poderiam comparar-se com a liderança política capaz de atrair, no caso da política, e de suscitar o prazer pelo estético, no caso do bom gosto.
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