A civilização da imagem e a urgência de uma imaginação ética
Barra lateral de artigos
Como Citar
Detalhes do artigo

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Biografia do Autor
Juan David Vélez Gómez, Magíster en Estudios Humanísticos, Universidad EAFIT
Magíster en Estudios Humanísticos de la Universidad EAFIT. Filósofo y gestor cultural. Ha sido docente y consultor, y ha participado en procesos editoriales y de gestión cultural en diversas instituciones de Colombia. Actualmente es director de los Eventos del Libro de Medellín.
Conteúdo do artigo principal
Resumo
Este artigo examina como a civilização contemporânea da imagem — caracterizada pela saturação visual, pela padronização afetiva e pela instrumentalização do olhar — impõe obstáculos específicos à imaginação ética. O principal objetivo desta pesquisa, de caráter teórico-analítico, é examinar tais obstáculos — a erosão da empatia narrativa, o enfraquecimento do juízo crítico e o fechamento de horizontes simbólicos compartilhados — e reivindicar a dimensão ética da imaginação como força transgressora. O marco conceitual situa-se na interseção entre a teoria social — sociedade do espetáculo, simulacro, sociedade pornográfica, sociedade das telas — e a filosofia da imaginação, retomando, entre outros autores, María Noel Lapoujade. A metodologia empregada para sustentar a tese consiste em uma análise conceitual em três momentos: primeiro, uma análise do regime do visível e de suas formas de interpelar a imaginação; segundo, um percurso histórico-filosófico do conceito de imaginação; e terceiro, uma exploração do potencial da imaginação ética. Os resultados desse percurso demonstram que a imaginação ética, entendida como faculdade situada e encarnada, permite construir narrativas coletivas, reconhecer a alteridade e projetar futuros possíveis. O artigo conclui que a imaginação ética não é uma evasão da realidade, mas uma condição de possibilidade para sua transformação, sendo uma das implicações do estudo a urgência de seu cultivo, a fim de resistir à homogeneização das lógicas visuais dominantes em favor de sociedades mais livres, empáticas e plurais.
Referências
Aristóteles. Acerca del alma. Madrid: Gredos, 1978.
Baudrillard, Jean. El crimen perfecto. Barcelona: Anagrama, 1996.
Baudrillard, Jean. La guerra del Golfo no ha tenido lugar. Barcelona: Anagrama, 1991.
Calvino, Italo. Seis propuestas para el próximo milenio. Madrid: Siruela, 2014.
Camps, Victoria. La imaginación ética. Barcelona: Editorial Ariel, 1991.
Carugati, Laura S., “Fantasy as Productive Imagination According to Friedrich Schlegel and Novalis or the Creativity of What Is Human”, in The Book Productive Imagination: Its History, Meaning, and Significance, edited by. Saulius Geniusas y Dmitri Nikulin. London: Rowman & Littlefield International, 2018.
Debord, Guy. La sociedad del espectáculo. Santiago de Chile: Ediciones Naufragio, 1995.
Echavarría, Juan Manuel. “Requiém NN”. Video de Youtube. Publicado el 01 de septiembre de 2015. https://www.youtube.com/watch?v=0o7swhLbjLs&t=2s
Ferrater Mora, José. Diccionario de filosofía. Buenos Aires: Sudamericana, 1956.
Flower, Harriet I. The Roman Republic. New York: Cambridge University Press, 2014.
García de Diego, Vicente. Diccionario latino. Barcelona: Bibliograf, 1982.
Han, Byung-Chul. El aroma del tiempo: un ensayo filosófico sobre el arte de demorarse, trad. Paula Kuffer. Barcelona: Herder, 2015.
Han, Byung-Chul. La agonía del Eros. Barcelona: Herder, 2017.
Kant, Immanuel. Crítica del juicio, §28. Madrid: Tecnos, 2007.
Kant, Immanuel, Crítica de la razón pura. Madrid: Alfaguara, 1998.
Kant, Immanuel, Fundamentos para una metafísica de las costumbres. Madrid: Alianza, 2012.
Kearney, Richard. The Wake of Imagination: Toward a Postmodern Culture. London: Routledge, 1988.
Kind Amy. “Learning to Imagine”. 2022, https://academic.oup.com/bjaesthetics/article/62/1/33/6500127
Lapoujade, María Noel. Filosofía de la imaginación. México: Siglo Veintiuno Editores, 1988.
Lapoujade, María Noel. Homo Imaginans I. México: Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, 2014.
Lederach, Jean Paul. La imaginación moral. El arte y el alma de construir la paz. Bogotá: Norma, 2008.
Márquez, Israel. Una genealogía de la pantalla. Barcelona: Anagrama, 2015.
Matherne, Samantha. Kant’s Theory of the Imagination” in The Book: The Routledge Handbook of Philosophy of Imagination, edited by Amy Kind. London: Routledge, 2016.
Museo Casa de la Memoria. “Medellines”. https://www.museocasadelamemoria.gov.co/medellines/
Miyazono Kengo and Shen Yi Liao. “The cognitive architecture of imaginative resistance,” in The Book The roudledge handbook of philosophy of imagination, edited by. Amy Kind. Abingdon: Routledge, 2016.
Mrovlje, Maša. “Beyond Nussbaum’s Ethics of Reading: Camus, Arendt and the Political Significance of Narrative Imagination,” The European Legacy 23, no. 3, 2018.
Novalis. Gérmenes o Fragmentos. Mexico: Editorial Séneca, 2006.
Nussbaum, Martha C. El cultivo de la humanidad. Una defensa clásica de la reforma de la educación liberal. Barcelona: Paidós, 2005.
Picciuto, Elizabeth and Peter Carruthers. “Imagination and pretense,” in The Book The roudledge handbook of philosophy of imagination, edited by Amy Kind. Abingdon: Routledge, 2016.
Platón. República. Madrid: Gredos, 1988.
Sartori, Giovani. Homo videns: la sociedad teledirigida. Madrid: Taurus, 1998.
Sartre, Jean-Paul. La imaginación. Barcelona: Edhasa, 2006.
Sepper, Dennis L. Understanding Imagination: The Reason of Images. New York: Springer, 2013.
Starobinski, Jean. El ojo viviente II. La relación crítica. Buenos Aires: Ediciones Nueva Visión, 2008.