Significado social atribuído aos seios e sua influência no autocuidado em jovens universitárias

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Patricia Lapeira Panneflex
Diana Acosta Salazar
Mirith Vásquez Munive

Resumo

Objetivo: determinar o significado social atribuído aos seios e sua influência no autocuidado em um grupo de jovens da Universidad del Magdalena.


Metodologia: se usou uma metodologia qualitativa e se recolheu a informação através de uma entrevista semiestruturada; foram entrevistadas 31 estudantes e, finalmente, para este reporte, se selecionou uma amostra representativa, de 18 estudantes.


Resultados: se identificaram três categorias de estudo: significado dos seios, cuidados dos seios e aceitação dos mesmos. Algumas manifestam, dentro dos cuidados, o autoexame de mamas, embora não têm claro em que etapa do ciclo realizá-lo. Se encontrou similitude com o descrito em outros estudos em quanto a que as mulheres coincidem em afirmar que os seios são parte fundamental na condição de ser mulher porque os vinculam com significados como fertilidade, nutrição, relação entre mãe e filho e atrativo sexual.


Conclusões: os seios femininos hão sido considerados como sinónimo de beleza, erotismo, sexualidade, reprodução e afetividade, pelo que sua deformação ou perda é equivalente à perda da atração sexual, da feminidade, ou de ambos. Esta situação acarreta mudanças na imagem corporal, diminuição da autoestima e sentimentos de insegurança, depressão e ansiedade. As mulheres entrevistadas veem os seios como característica particular e representativa de sua feminidade e sentem medo quando pensam que, se por algum motivo, os perdem, não seriam as mesmas pessoas, se sentiriam incompletas, tristes, perderiam sua autoestima e limitariam a exposição desta parte do corpo.

Palavras-chave:
autocuidado, mama, autoexame de mamas, investigação qualitativa

Detalhes do artigo

Biografia do Autor

Patricia Lapeira Panneflex, Popular University of Cesar

Enfermeira pela Universidade Popular de Cesar, Mestre na área de enfermagem com ênfase perinatal materno pela Universidade Nacional da Colômbia. Especialista em desenvolvimento infantil. Professora da Área Materno-Infantil do Programa de Enfermagem da Universidad del Magdalena. Colômbia. Doutoranda em Enfermagem- Universidade de Carabobo - Venezuela. Colômbia.

Diana Acosta Salazar, University of Magdalena

Enfermeira pela Universidad del Magdalena, Mestre em Desenvolvimento Social pela Universidad del Norte, Coordenadora Acadêmica do Programa de Enfermagem. Professora da Área de Enfermagem em Saúde Mental. Magdalena University. Doutoranda em Enfermagem- Universidade de Carabobo - Venezuela. Colômbia.

Mirith Vásquez Munive, Universidade de Cartagena.

Enfermeira pela Universidade de Cartagena. Mestre em Enfermagem na área com ênfase materno-perinatal pela Universidade Nacional da Colômbia. Especialista em Desenvolvimento Infantil e Especialista em Epidemiologia, Professora da Área Materno Infantil do Curso de Enfermagem da Universidade de Magdalena. Colômbia. Doutoranda em Enfermagem- Universidade de Carabobo - Venezuela. Colômbia.

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