Experiências adversas da infância em uma amostra de pacientes com doença crônica em Cali-Colômbia
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Resumo
Objetivo: avaliar a frequência de Experiências Adversas da Infância (EAI) e as características sócio-demográficas da população com doença crônica.
Metodologia: se conduz um estudo tipo corte transversal descritivo, no qual se entrevistaram 121 pacientes maiores de 18 anos de idade com doenças crônicas não transmissíveis que procuraram a consulta externa de Medicina Interna na Fundación Valle del Lili entre setembro de 2015 e dezembro de 2015. Aos participantes lhes aplicaram escalas validadas para avaliar EAI e outras variáveis clínicas de interesse. Se realizou uma análise descritivo dos dados.
Resultados: dos participantes, 69.4% estava conformado por mulheres, a idade média dos participantes foi de 62 anos com um RIQ de 50 a 72 anos. Se encontrou que 64% dos entrevistados apresentou pelo menos um tipo de EAI, e 23% apresentou quatro ou mais EAI e o abuso físico e a separação parental são os mais frequentes (32% e 23%, respectivamente).
Conclusões: as Experiências Adversas da Infância são eventos prevalentes na nossa população; porém, não se há dado a atenção devida. Se necessitam mais estudos para medir o impacto real a curto e a longo prazo, com as implicações respectivas para nosso sistema de saúde.
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