DEPOIS DO QUE É: A POESIA ONTOLÓGICA DE HUGO MUJICA
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Resumo
Este artigo é um esforço para levar a cabo um exercício filosófico em um duplo direcionamento: de um lado, se assiste à teorização e, de outro, se participa na experiência; níveis do idêntico. A partir daí se põem em disputa duas vias para chegar a um mesmo espaço de florescimento: os limites pelos quais cercamos o sentido profundo dos ser. Para isso, tomamos o valor poético que emerge da obra do poeta argentino Hugo Mujica. Ali se encontrarão elementos suficientes de análise filosófica, especialmente na obra de Heidegger e Lévinas, para depois não só acompanhar, mas dar-se na experiência própria a interpretação possível ao mais profundo de sua poesia. O método será o hermenêutico existencial, centrando o hermenêutico na contextualização e interpretação da obra escrita, e o existencial, no momento de interpretar os poemas. O objetivo a ressaltar é o ter explicitado o ontológico nos textos líricos de Mujica.
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Referências
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