ANTROPOLOGIA DA DOAÇÃO: O DOM COMO UM PRINCÍPIO DA AÇÃO HUMANA
Conteúdo do artigo principal
Resumo
Em muitos lugares e ambientes assistimos a condições muito preocupantes para os seres humanos. As relações que estabelecemos, em certas ocasiões, não humanizam. São urgentes outras possibilidades e condições antropológicas para reorientar nossas ações e os vínculos que estabelecemos com os outros. A antropologia da doação prescreve a gratuidade da existência e entende o homem como um dom. Propõe, então, uma revisão de muitas categorias antropológicas para instaurar uma ordem de gratuidade e doação para a existência.
Detalhes do artigo
Referências
Bennássar, B. Dios, futuro humano para todos. Madrid: BAC, 2000.
Derrida, J. Dar (el) tiempo. Barcelona: Paidós, 1995.
González, Enrique. El renacimiento del humanismo. Madrid: BAC, 2003.
Herbert Haag y Eugen Drewermann. No os dejéis arrebatar la libertad. Para un diálogo abierto en la Iglesia. Barcelona: Herder, 1994.
Jose María Castillo y Juan A. Estrada. El proyecto de Jesús. Salamanca: Sígueme, 1992.
Lluís Duch y Joan Carles Mélich. Ambigüedades del amor. Antropología de la vida cotidiana 2/2. Madrid: Trotta, 2009.
Moingt, Joseph. Dios que viene al hombre. De la aparición al nacimiento de Dios. II/1. Salamanca: Sígueme, 2010.
Panikkar, Raimon. La plenitud del hombre. Madrid: Siruela, 1999.
Platón. Diálogos Vol. 3. Madrid. Gredos. 2003.
Poch, Concepció. Catorce cartas a la muerte. Barcelona: Paidós, 2005.
Ratzinger, Joseph. Introducción al cristianismo. Salamanca: Sígueme, 2009.
Ratzinger, Joseph. Benedicto XVI. Caritas in Veritate.
Schillebeeckx, Edward. Jesús. La historia de un viviente. Trotta: Madrid, 2010.