A arte de estudar como prelúdio do saber viver. Uma interpretação das práticas escolares com exercícios espirituais

Conteúdo do artigo principal

Edward A. Posada Gómez

Resumo

A afirmação da filosofia como “modo de vida” e, analogamente a da teologia, permite uma ressignificação da vida escolar em sua totalidade. A partir dela, práticas escolares habituais como escutar, perguntar, discutir, ler e escrever tornam-se fatores fundamentais que propendem pela transformação do indivíduo. Neste artigo, partindo da proposta do filósofo francês Pierre Hadot, tentará evidenciar-se tal realidade por meio de sua concepção dos exercícios espirituais. Como conclusão será esboçada uma reflexão que põe de manifesto que estudar vai mais além de ser uma prática dadora de conceitos, tornando-se um momento que preludia o saber mais essencial na experiência humana: saber viver.

Palavras-chave:
Práticas escolares, Pierre Hadot, Exercícios espirituais, Saber viver

Detalhes do artigo

Biografia do Autor

Edward A. Posada Gómez, Universidad Pontificia Bolivariana

Doctor en filosofía de la Universidad Pontificia Bolivariana (Medellín, 2012). Magister en Filosofía de Pontificia Universitá San Tomasso D'Aquino ANGELICUM (Roma, 2009). Magister en Teología con énfasis en Sagrada Escritura de la Universidad Pontificia Bolivariana (Medellín, 2007). Actualmente coordinador del programa de Estudios Literarios de la Universidad Pontificia Bolivariana, Medellín, Colombia.

Referências

Foucault, M. (2005). La hermenéutica del sujeto. Madrid: Ediciones AKAL S.A.

Hadot, P. (1995). Qu'est-ce que la philosophie antique?. París, Gallimard, 1995. Paris: Gallimard.

_____________. (2001). La philosophie comme maniere de vivre. Entretiens avec Jean Carlier et Arnold Davidson. París: Albin Michel.

_____________. (2002). Exercices spirituels et philosophie antique. Paris: Albin Michel.

Pérez Cortés, S. (2004). Palabras de filósofos. Oralidad, escritura y memoria en la filosofía antigua. México: Siglo XXI Editores.

Platón. (2014). Apología 29d - 30b. Madrid: Alianza editorial.

Platón. (s.f.). Carta VII, 330c-331a.

Sampson, A. (1997). Lectura y cuidado de sí. Revista Universidad del Valle, 16, 4-16.

Spanneut, M. (1957). Le Stoicisme des Peres de lEglise, de Clément de Rome h Clément d'Alexandrie. Paris: Le Seueil.

Steiner, G. (2004). Lecciones de los maestros. México: Siruela.

Zambrano, M. (1934). ¿Por qué se escribe? Revista de Occidente, XLIV, 318.