O Estado em Arendt e Maquiavelo: duas visões
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Resumo
As ideias sob o poder e o Estado são tão antigas como mesmo o home. Persistem muitas perguntas e critérios da Grécia socrática e da idade media, porque por problemas latentes daquela época continuam também no momento atual. Não admira que na distância geográfica e cronológica dois vozes como as de Maquiavelo e Hannah Arendt se encontrem na divergência. Para o florentino, o governante é, antes de mais, um individuo capaz de conseguir o propósito de adquirir o poder e mantê-lo, sem barreiras morais, próprias da concepção pessoal da vida; para a filosofia alemã, em evocação aristotélica, a palavra define o politico. Segundo Arendt, o logos, tomado como discurso, é a genuína ação politica, por enquanto Maquiavelo estima o resultado−conquista e preservação do poder− por cima dos médios, sendo estes os mecanismos que ele prescreve na sua grande obra: O Príncipe. Diferentes –mesmo opostas− e distantes, suas concepções sob o Estado chamassem na reflexão numa dimensão –a de poder− tão humana, como por vezes, desumana.
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Referências
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