A emoção política do medo e do narcotráfico: um olhar sobre a institucionalidade do Estado colombiano a partir das colunas de Guillermo Cano

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Sebastián Álvarez Posada
Audrey Eliana Úsuga Valderrama
Mariana Duque Díez

Resumo

O objetivo deste artigo é analisar, a partir do Caderno de Guillermo Cano, no período 1980- 986, como o medo influenciou a crise da institucionalidade colombiana na década de 1980 em face do fenômeno da violência dos cartéis de drogas. . Esse propósito será alcançado em quatro momentos: no primeiro, serão analisados os conceitos de institucionalidade, legitimidade e tráfico de drogas; no segundo, será definido como o medo afetou a institucionalidade do Estado colombiano; na terceira a crescente importância das emoções em um cenário onde a política prevaleceu emoção do medo serão descritos e, quatro, algumas colunas de Guillermo Cano ser interpretado como um exercício de imaginação narrativa do medo. Finalmente, este artigo concluir que os escritos de Guillermo Cano constituiu um exercício de imaginação narrativa na medida em que poderia convocar uma sensação de desinstitucionalização rejeição nacional vivendo estado, alcançando colombianos descentrar de seus interesses particulares para participar de um construção cidadã em que os interesses da nação atravessam toda a sociedade.

Palavras-chave:
Guillermo Cano, emoções políticas, medo, tráfico de drogas, institucionalidade

Detalhes do artigo

Biografia do Autor

Sebastián Álvarez Posada, Universidad Pontificia Bolivariana

Doctorando en Langues, lettres et traductologie de la Universidad de Liège. Magíster en Estudios
Políticos de la Universidad Pontificia Bolivariana. Docente e investigador adscrito al Grupo
de Investigación en Estudios Políticos de la misma universidad.

Audrey Eliana Úsuga Valderrama, Universidad Cooperativa de Colombia

Comunicadora Social de la Universidad Cooperativa de Colombia.

Mariana Duque Díez, Universidad Pontificia Bolivariana

Estudiante de la Facultad de Ciencias Políticas de la Universidad Pontificia Bolivariana.

Referências

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